Esta turma costuma refletir bastante!

quinta-feira, 31 de março de 2011

O medo da felicidade


Alguém tem medo de ser feliz? Não! À primeira vista não.

Quando tudo nos direciona para a busca da felicidade, parece mesmo ridículo afirmar que as pessoas têm medo da felicidade. E então, por que essa estranha sensação que sentimos quando tudo vai bem demais nas nossas vidas? Por que o medo de falar, ou de falar alto demais, como se essa felicidade fosse algo tão frágil que pudesse nos escapar a qualquer momento?

É por isso que quando as pessoas recebem boas notícias, evitam compartilhar. Ou acreditar. Como se a felicidade fosse algo imerecido. Dizemos: "estou tão feliz que tenho até medo;" "nem vou falar, senão estraga;" "não conte pra ninguém que dá azar..." e coisas assim.

Dessa maneira acabamos estragando nossos momentos de felicidade com nossos temores. Uma coisa que poderia ser vivida a cem por cento, torna-se oitenta, pois o restante é transformado na angústia de perder o que tanto se desejou. Mas, pra que ter medo?

Agarremos nossa felicidade, nossa boa notícia com unhas e dentes! Os invejosos talvez nos olhem de lado, mas então olhemos para outro lado, onde existem certamente outros que podem compartilhar da nossa alegria. As pessoas que vencem na vida são as que se direcionam para as coisas positivas e não perdem tempo com negativismo.

Eu li que "enquanto a felicidade está na sua sala, a infelicidade dorme na sua cama." Se isso é mesmo verdade, então, só tenho uma sugestão: mudar de quarto, de cama, dormir na sala... mas guardar a preciosa felicidade! O que é nosso ninguém toma a menos que a gente permita.

Nunca tenha medo de ser feliz! Da mesma forma, nunca tenha medo de sofrer. Construa seu mundo com aquilo que ele te oferece, colocando você mesmo as cores que quiser. Não dependa dos outros para ser feliz ou infeliz, mas viva a sua vida como verdadeiro dono dela. O poder de ser feliz ou infeliz está nas suas próprias mãos. Cabe a você saber com que intensidade vai viver isso!

Letícia Thompson



sábado, 26 de março de 2011

Trem da Vida


Onde passa o trem da vida?
Eu preciso encontrar a plataforma e o local de embarque nesse trem.
Dizem que a felicidade e os sonhos mais lindos estão no caminho desse trem.
Você sabe onde passa o trem da vida?
Dizem que ele leva os mais felizes, os realizados.
Eu ando tão angustiado, tão desanimado com o mundo e com as pessoas, que eu preciso entrar nesse trem.
Já revirei a cidade, procurei por velhas estações, por pessoas de todos os credos e idades, todos dizem que já ouviram falar no trem da vida, mas não sabem onde apanhá-lo.
Você sabe onde passa o trem da vida?
Eu quero viajar nesse trem, preciso encontrar um grande amor, preciso encontrar um pouco de paz, preciso encontrar a realização, preciso deixar de apenas sonhar.
Onde passa o trem da vida?
Foi num sonho, numa noite dessas onde o sono costuma demorar, eu me vi parado na frente da minha casa, estava pronto para o trabalho, quando um trem estancou à minha frente.
Assustado, eu entrei no primeiro vagão e encontrei milhares de rostos conhecidos. Estavam ali a minha mãe, o meu pai, meus irmãos, amigos de infância, colegas de trabalho, amigos da escola, vizinhos e pessoas que um dia passaram pela minha vida.
Sentei-me e fui invadido por uma doce sensação, senti-me envolvido pela energia de todas aquelas pessoas, percebi que uns gostavam muito de mim, outros me admiravam, e alguns, mesmo não me conhecendo profundamente, me abraçavam mentalmente.
Percebi que eu estava no trem da vida há muito tempo, que o trem da vida passava todos os dias bem na porta da minha casa, e eu não percebia.
O trem da vida que traz alegria e sonhos realizados, é a nossa maneira de viver, de fazer amigos, de agradecer pelo dia e pela noite, pelo sol e pela chuva.
O trem da vida é a nossa comunhão com Deus.
Quanto mais estamos sintonizados com Deus, mais o trem passa na nossa frente.



Paulo Roberto Gaefke

quarta-feira, 23 de março de 2011

Com vocês, Martha Medeiros!


Deixei a porta aberta e você entrou. Ou será que abri a porta justamente para você (só servia você) entrar, invadir ou chegar? Sua falta de jeito com a delicadeza era parecida com a minha e achei tão bonitinho isso.

Nem grosso demais e nem polido demais, porque pisar em ovos é um saco. Não te pedi nada, só que me tratasse bem. Até hoje não te cobro e nem peço nada que seja esquisito demais ou dê muito trabalho. Não grite comigo porque eu também sou pavio curto. Respeite minha preguiça matutina e eu entro no seu ritmo também preguiçoso.

Conte suas novidades, faça massagens nos meus pés e não tenha medo de quem toma Rivotril pra dormir. Virei presa fácil, barata até, você se esforçará pouco para me ter para sempre. Acredite quando eu digo que é melhor com você. Não duvide do que eu digo mas prometo que se a verdade for chata, feia e boba, eu escondo. Não me conte as suas tristezas porque eu também disfarço as minhas. Prometo segurar o choro, mas se ele vier, fica do meu lado, segura a minha mão. Tem hora, quem hoje, que eu só preciso que você segure na minha mão. Não tente me agradar porque eu odeio gente boazinha. Seja mais inteligente do que os outros e diga as coisas de que gosto de ouvir. Vou te achar o máximo.

Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os.

Odeie a mesmice, xingue a vida doméstica e também os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.

Me enlouqueça não ligando de vez em quando. Mas me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca ...

Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois ... Nunca deixe eu dirigir o seu carro, diga que não confia, só pra eu ficar meia hora com raiva de você. Seja só um pouquinho canalha e olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Me trate como uma rameira, mas só quando estivermos deitados.

No dia-a-dia fale palavras doces, principalmente hoje. Não me magoe com ironias porque não sou nem um pouco altruísta e posso sentir raiva por ter deixado a porta aberta.

 Martha Medeiros*
__________________

*Infelizmente não sei o título desse texto. No e-mail que recebi não havia título.



segunda-feira, 21 de março de 2011

Fora do ar por tempo indeterminado

Fora do ar por tempo indeterminado



Em protesto pelo desaparecimento dos meus blogs pela 8ª vez em um ano e cinco meses como blogueira!
Sem aviso prévio, sem notificação ou advertência, sem respostas no Fórum do Blogger e Central de Ajuda, ou seja, sem segurança mesmo fazendo um trabalho de qualidade e em quantidade.
Blogs que sumiram desta vez:
Meu blog divulgador:
http://blogsdasoniasilvino.blogspot.com

Guria Arteira
http://soniaguriaarteira.blogspot.com

Scooby Doo, cadê você?
http://biducadevoce.blogspot.com

Estou farta disso! Bateram o recorde nesta semana! Como ser blogueira, dispor do meu tempo, dedicar-me, se não tenho segurança e nem ajuda dos funcionários do Google e/ou Blogger???
Não encontrei solução para esse problema, mas encontrei um "site" que ensina como "hackear" blogs e sites. Este não saiu do ar!!!
Cuide-se! Você pode ser a próxima vítima de algum desocupado, mau-caráter, infeliz e sem talento com inveja do seu trabalho.
No site citado acima, o "entendido" em roubar blogs e sites explica como se faz. EU TESTEI NUM BLOG DE OUTRO E FUNCIONOU. Você pode mudar tudo o que quiser.
Pesquise: "Como faço para hackear um blog ou site?" Ele ainda explica como voltar tudo ao normal. É caso de polícia!!!
Peço que você, meu leitor, visitante e/ou seguidor compreenda a situação que estou passando!
Se eu voltar, aviso aos amigos por e-mail.

Beijos, muitos!
Sônia Silvino

sexta-feira, 18 de março de 2011

Etiquetas


Uma das coisas mais difíceis para qualquer ser humano é o não julgar. O que chamamos de primeira impressão é em si um julgamento e afirma-se mesmo que é o que conta, o que fica, o que importa.

É difícil colocar-se em lugar neutro diante de um primeiro encontro, um primeiro olhar, uma primeira conversa. Julgar faz parte da nossa natureza e se uma pessoa não causa impressão nenhuma à outra deve haver algo muito errado.

O que não podemos fazer é continuar nessa impressão, sobretudo se for negativa, sem dar ao outro a oportunidade de fazer-se conhecer ou a uma situação a oportunidade de ser esclarecida.

Se julgar pode parecer natural, fechar-se nesse julgamento pode nos impedir de ver o outro com a luz clara do dia, de outra maneira, com outros olhos.

Nesse meu aprendizado da vida, já me enganei muitas vezes e sei que já se enganaram comigo. As pessoas nem sempre são o que parecem e muitas vezes parecem o que não são.

Frequentemente, por detrás de uma capa de indiferença, existe um coração sofrido e endurecido pela vida e que só pede um pouquinho mais de atenção. Escondido atrás de alguém que fala demais pode existir um ser que sente-se infinitamente só.

Se não cavamos a terra e não procuramos, não achamos ouro e os diamantes precisam de muito mais trabalho para serem encontrados.

A simpatia cria laços imediatos e a antipatia direta corta toda possibilidade de encontro real com o outro.

Dizem que quando isso acontece há sempre uma ligação daquela situação a alguma outra coisa, ou seja, se julgamos imediatamente uma pessoa antipática é porque algo nela nos faz lembrar outra pessoa ou outra situação.

Transferimos nossos sentimentos e impressões segundo aquilo que vivemos e não levamos em conta que duas pessoas não são iguais. Deixamos de ver o indivíduo como exemplar único da criação Divina e cometemos um grave erro.

Por que não damos oportunidades, perdemos, invariavelmente, oportunidades.

Nossos corações são cegos e por isso nos fechamos tanto.

Muitas e preciosas são as pessoas preciosas que passam por nós. Algumas, entretanto, precisam de um olhar um pouco mais longo e cheio de atenção.

Se quero que todos vejam a dor ou o amor dentro de mim para que eu possa me justificar, devo agir de maneira igual para com todos. Devo ver além da pele, da situação, da aparência enganosa. Devo me esquecer das etiquetas que colamos sem perceber, devo abrir mais vezes os olhos do meu coração.

Letícia Thompson



terça-feira, 15 de março de 2011

Tempo de travessia


"Há um tempo em que é preciso
abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia:
e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado,
para sempre, à margem de nós mesmos."



Fernando Pessoa



sexta-feira, 11 de março de 2011

De trás para a frente!


"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela
termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está
todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer
primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo,
até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você
trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder
aproveitar sua aposentadoria.Aí você curte tudo, bebe
bastante álcool, faz festas e se prepara pra
faculdade.
Você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira
criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um
bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus
últimos nove meses de vida flutuando....E termina tudo
com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?"

Charles Chaplin

sábado, 5 de março de 2011

Sexo e Carnaval


O Carnaval é a festa mais popular do Brasil. Até dizem que o país só começa a funcionar depois que a população se esbalda durante os quatro dias de folia.

Outra associação é que o sexo rola solto entre os festeiros nesta época do ano. Em meio às marchinhas, muito beijo na boca e sexo.
“Acredito que o Carnaval é como um símbolo de transgressão. Corpos se colocam à vista, a música tem som contagiante, a mentalidade de que isso traz mais alegria e a possibilidade de se ‘abrir’ a novidades sexuais no sentido amplo da palavra aumentam a prática do sexo”, diz a terapeuta sexual do Instituto ISEXP Sylvia Faria Marzano.

A cultura que se estabeleceu é de que no Carnaval ninguém vai ligar se você estiver com um aqui e outro daqui a pouco. E por aí vai...rendendo beijos e mais beijos, sexo e mais sexo. Mas e o preservativo ? O fato é tão significante que os meses em que nascem mais crianças no Brasil são novembro e dezembro, cerca de nove meses após a folia.

Ainda de acordo com a terapeuta, festas populares em geral apresentam muitos excessos. “É legal curtir bastante, mas sempre pensando na prevenção do que faz mal para o corpo e a mente: doenças”, alerta Sylvia Faria Marzano.

As festividades empolgam e estimulam os apaixonados por farra. Mas é preciso lembrar que o sexo pode acontecer todo o dia e o mundo não vai acabar.
Então, não esqueça que o ano tem 365 dias e continua depois do Carnaval. Escondidas entre as semanas de trabalho e estudos existem noites propícias e finais de semana bem dispostos. Pode ser aí a oportunidade de continuar gastando as camisinhas que você recebeu durante os dias de Carnaval.

Daqui:
Vila Mulher


terça-feira, 1 de março de 2011

A (in)tolerância


As flores toleram as abelhas, mesmo se estas lhes tiram o néctar, mesmo se, por vezes, por acidente, uma pétala se machuca.

A natureza tolera os ventos que arrastam folhas e quebram os galhos, tolera as torrentes e correntes que não perguntam o que carregam na sua passagem.

A própria lua tolera as mudanças e acolhe serenamente cada fase com dignidade.

Só nós, humanos e racionais, somos assim intolerantes com a vida, com o próximo, com o que nos acontece, com o que deixa de nos acontecer, com as diferenças e os diferentes que mal suportamos.

Damos de nós e queremos ficar inteiros; recebemos e queremos continuar os mesmos, abastados do nosso eu, sem as máculas dos pecados que nos deixariam iguais a todo mundo.

Queremos amar o que nos é próximo, pois que nos disseram "ama a teu próximo" sendo que esse outro deve ser uma correspondência daquilo que somos. O que é diferente nos decepciona e nos faz sofrer.

Por isso cobramos tanto dos outros e permitimos que essa negra nuvem encha nossa alma de tristeza ao depararmos com ações e reações diferentes das que esperamos.

Mas não é amar tolerar que o outro seja outro e aceitar com resignação e alegria até que, mesmo nos possíveis deslizes, esse encha nossa vida de novos ares e novas flores?!

A tolerância é uma incontestável prova de amor e de humildade; é o eu que se inclina para se reerguer mais rico, mais pleno, mais aberto, mais solto e mais livre.

Mais livre!!! E por isso mesmo mais feliz!

Ser flexível na vida não é se curvar. É simplesmente abrir-se como abrem-se nossas janelas para que o sol entre e ilumine nosso recinto. É um ceder que nos enobrece, pois nos permite degustar da vida nos seus mínimos detalhes.



Letícia Thompson

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