Esta turma costuma refletir bastante!

domingo, 28 de agosto de 2011

O destino de cada um



Ninguém conhece alguém ...
Nada nesta vida acontece...
Ninguém chega até nós...
E ninguém permanece em nossa vida por um simples acaso.
Pessoas nos encontram ou nós as encontramos meio sem querer não há programação da hora em que as encontraremos.
Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si.
As pessoas que entram em nossa vida, sempre entram por alguma razão, algum propósito.
Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, mas ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar.
O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo com as outras.
Discutir o que cada um nos trará, não nos mostrará nada, e ainda nos fará perder tempo demais desperdiçando a oportunidade de conhecer a alma dessas pessoas.
Conhecer a alma significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, ou o que elas buscam no mundo, pois só assim é que poderemos tê-las por inteiro em nossa vida.
A amizade é algo que importa muito na vida do ser humano, sem esse vínculo nós não teremos harmonia e nem paz.
Precisamos de amigos para nos ensinar, compartilhar, nos conduzir, nos alegrar e também para cumprirmos nossa maior missão na terra: “Amar ao próximo como a si mesmo".
E para que isso aconteça, é preciso que nos aceitemos em primeiro lugar, e depois olhemos para o próximo e enxerguemos o nosso reflexo.
Essas pessoas entram na nossa vida, às vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam até.
Mas cada uma delas é especial, mesmo que o momento seja breve, com certeza elas nos deixarão alguma coisa.
Observe a sua vida, comece a recordar todas as pessoas que já passaram por você, e o que cada uma deixou.
Você estará buscando a sua própria identidade, que foi sendo construída aos poucos, de momentos que aconteceram na sua vida, e que até hoje interferem em seu caminho.
Passamos por vários momentos em nossa vida.
Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente, nos transformam, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos machucam profundamente.
Quando sentir que alguém não lhe agrada, dê uma segunda chance de conhecê-lo melhor, você poderá ter muitas surpresas cedendo mais uma oportunidade.
Quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente, e terá feito um momento de felicidade na vida de alguém.
Não deixe para fazer as coisas amanhã, poderá ser tarde demais.
Faça hoje tudo o que tiver vontade.
Abrace o seu amigo, os seus irmãos, os seus filhos.
Dê um sorriso para todos, até ao seu inimigo.
Se estiver amando, ame pra valer, viva cada minuto deste amor, sem medir esforços.
Seja alegre todas as manhãs, mesmo que o dia não prometa nada de novo.
Preste bastante atenção em todas as pessoas, elas poderão estar trazendo a sua tão esperada FELICIDADE!

Desconheço a autoria.





quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Aprendendo o perdão


Quem pensa que o perdão não é algo que se aprende, está enganado. O perdão não é como o amor, que vem de uma hora pra outra e se instala. O perdão não é simplesmente uma decisão que se toma. Não.

Carregar em si o dom do perdão é aprender a deixar de lado ressentimentos. Taí duas coisas que nunca caminharão juntas: perdão e ressentimento são inimigos mortais e onde um morar o outro não poderá habitar.

Primeiro, devemos ter consciência que de perdão todos nós precisamos. A falta de humildade e orgulho demasiados nos impedem de ver que somos necessitados de perdão. É normal e perfeitamente humano ser "imperfeito". E seres imperfeitos magoam, ferem, agem e dizem coisas que atingem outros. Saber reconhecer-se assim tão humano e ter a coragem de assumir é um grande passo na direção do caminho que o grande Mestre deseja pra nós. Chegar para a pessoa de quem precisamos de perdão e transformar esse reconhecimento em palavras é uma atitude bonita. Nem sempre é fácil, pois precisamos deixar de lado nossa capa orgulhosa e dizer: "eu errei, você me perdoa?"

E vamos agora ao outro lado da moeda: é do nosso perdão que alguém carece. Nos magoaram profundamente e somos nós que precisamos perdoar. E muitas vezes queremos sinceramente fazer isso. Mas aí bate à nossa porta o tal do ressentimento que fica martelando na nossa cabeça e alma todo o mal que nos fizeram. E enquanto esse estiver presente não adianta, por mais que amemos o outro, o amigo, irmão, companheiro, pais, não conseguiremos perdoar.

Há pessoas que conscientemente dizem "eu não perdôo" e vivem a vida inteira sendo ruídos por essa doença que mais faz mal a elas mesmas. É enganoso pensar que não perdoando estaremos ferindo o outro e fazendo com que pague o mal, pois nos ferimos a nós mesmos, impedindo que a ferida se cicatrize.

A única maneira de se liberar completamente e ter uma vida de paz é construir em si mesmo um poço de esquecimentos, onde jogaremos todas as nossas mágoas. É um trabalho longo e delicado e que exige de nós paciência, coragem, fé e, principalmente, amor, muito amor. Só mesmo um amor incondicional pelo próximo poderá extinguir do dicionário da nossa vida a palavra ressentimento.


Quando Jesus estava para ser morto, Ele olhou para o céu e disse: "Pai, perdoa-lhes." Ele conhecia a necessidade e incapacidade humana de reconhecer os próprios erros. Ele intercedeu a favor dos que o matavam e tenho a íntima convicção que intercede por nós a cada instante. Mas é tempo de acordar e crescer. É tempo de evoluir. As pessoas que se recusam a aprender ficam sempre pequenininhas.

Se você acha que é incapaz de perdoar, olhe para o céu. Nossa alma estaria perdida se Deus fosse incapaz de perdoar.

Receber perdão é ser agraciado; dar perdão é dar a graça.

Só as grandes almas são capazes de grandes e nobres atitudes.

A essas pessoas Deus aprova. E tenho certeza que nesses momentos Ele sorri, feliz.


Letícia Thompson



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A MELHOR ÉPOCA DA VIDA


Era 15 de junho e em dois dias eu faria trinta anos. Estava inseguro com a rapidez com que o tempo havia passado e temia que os melhores anos tivessem ficado para trás... Minha rotina diária incluía uma sessão de ginástica antes do trabalho. Todas as manhãs encontrava com meu amigo Nicholas na academia. Ele tinha setenta e nove anos e estava em plena forma...

Quando o cumprimentei naquele dia, ele percebeu que eu não estava animado como sempre, e perguntou se havia alguma coisa errada. Disse-lhe que estava ansioso por estar fazendo trinta anos. Fiquei imaginando, como olharia para trás quando chegasse à idade do meu amigo Nicholas, então, lhe perguntei:

Qual foi a melhor época de sua vida? Sem hesitar, Nicholas respondeu: “Bem, Joe, esta é minha resposta filosófica à sua pergunta filosófica: quando era criança, na Áustria e meus pais cuidavam de mim, sem que eu precisasse me preocupar com nada, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando fui para a escola e aprendi as coisas que sei hoje, aquela foi a melhor época de minha vida.

Quando arrumei meu primeiro emprego, passei a ter responsabilidades e a ser pago por meu esforço, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando conheci minha mulher e me apaixonei, aquela foi a melhor época de minha vida... Veio a Segunda Guerra e minha mulher e eu tivemos de sair da Áustria para salvar nossas vidas.Quando estávamos juntos e a salvo num navio, vindo para a América do Norte, aquela foi a melhor época de minha vida!

Quando viemos para o Canadá e formamos uma família, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando me tornei um jovem pai e pude ver meus filhos crescerem, aquela foi a melhor época de minha vida. E agora Joe, tenho setenta e nove anos e estou com saúde. Me sinto bem e continuo apaixonado por minha mulher, exatamente quando a conheci.”

“Esta é a melhor época de minha vida!”

Desconheço a autoria.

QUAL A MELHOR ÉPOCA DA SUA VIDA?




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A GRAVIDEZ DE UM PAI


A gravidez de um pai não se dá nas entranhas, mas fora delas.

Ela se dá primeiro no coração, onde o sentimento de paternidade é gerado. Um desejo de ser e de se ver prolongado em outra vida, que seja parte de si mesmo, mas com vida própria. Imagino que deve ser frustrante a princípio. Durante toda a espera, um pai é um pai sem experimentar o gosto de ser, sem os inconvenientes de uma gravidez, mas também sem as lindas emoções que tanto mexem com a gente.


E quando ele sente pela primeira vez a vida que ajudou a gerar, tudo toma outra forma. Ele sente um chute e se diz já que este será um grande jogador de futebol. E muitas vezes se surpreende e se maravilha quando vê uma princesinha que sabe chutar tão bem. Mas tanto faz. Está ali um sonho que se torna palpável.


E um parto de um pai se dá quando ele pega pela primeira vez sua criança nos braços, quando ele se vê em características naquele serzinho tão miudinho que nem se dá conta ainda que veio ao mundo e que se tornou o mundo de alguém. E os sentimentos e emoções se atropelam dentro dele. E ele sente que, a partir desse instante, a vida nunca mais será a mesma. E ele precisa olhar dez, cem, mil vezes para acreditar que tudo não passa de um sonho. E geralmente há um enorme sentimento de orgulho que toma posse dele.


Assim se forma um pai. Pronto para ensinar tudo o que aprendeu da vida, um dia ele descobre que não sabe realmente muito, que na verdade aprende a cada instante. Diante da sua criança ele se torna um adulto vulnerável e acessível. E vai gerando, pouquinho a pouquinho, dentro de si mesmo, a arte de se tornar um pai.

Letícia Thompson


Saudades, pai!


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

SER CRIANÇA


Os adultos não entendem mesmo as crianças, e isso é muito sério, como entender as crianças que brigam e pouco tempo depois estão brincando abraçadas, como se nada tivesse acontecido?
Adulto não tem essa sensibilidade, quando brigam é sempre por muito tempo.
Como entender as crianças que riem até quando dormem, que são incapazes de mentir, e quando mentem, é para defender um irmão ou amiguinho, dentro da maior inocência.
Adulto só ri quando está desarmado, relaxado, e cada vez mais os adultos estão tensos, vivendo sobre eterna pressão, e rir está cada vez mais difícil, mas mentir, virou questão de sobrevivência, que pena...
Não, definitivamente os adultos não entendem as crianças, não conseguem entender o abraço tão gostoso que elas dão, o beijo estalado na bochecha, e a risada frouxa que deixa até xixi no chão.
Adulto abraça só em momentos especiais, no consolo da dor, em festas, ou solenidades. O beijo às vezes é malicioso, ou tem terceiras intenções.
Ser como criança é libertar de dentro de cada adulto o ranço, o medo de ser feliz, de rir gostoso, de confiar, de amar sem esperar nada em troca.
Por isso que adulto não entende até hoje, as palavras de Jesus, que ensinou assim: “Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus”.

Paulo Roberto Gaefke



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