Esta turma costuma refletir bastante!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Só no ano que vem!


Rompe a tarde , chega a noite .
No peito , a esperança que vem ...
Do recomeçar diferente ,
no mudar da gente ...
Para o ano que vem !
O peito se enche de sonhos ,
abrem-se todos os caminhos ...
Juntamos todos os tropeços que encontramos ribeirinhos .
Levamos a experiência ,
nossa bagagem valiosa !
Abandonamos os espinhos , sonhamos com a linda rosa ...
Termina uma etapa , outra logo vem .
Somos pura esperança para o ano que vem !
Um amor novo ?
Uma viagem ?
Uma mudança radical de vida ?
Notícias de alguém ?
Quantos sonhos e vida ...para o ano que vem !
Terminar a faculdade ?
Curar-se de uma enfermidade ?
Reconciliar o amor desfeito ?
Chorar de felicidade ?
Doar-se um pouco mais do que tem ?
Quantos sonhos e vida para o ano que vem !
Pedir o perdão finalmente ?
Escutar o amigo de sempre ?
Fazer tudo diferente ?
Saber esperar ?
Parar de fumar ?
Quando o ano que vem chegar !
Fazer regime ?
A sorte arriscar ?
No jogo do azar ?
Quantos sonhos ! Quanta vida !
O velho ano é como se fosse deixado todos os nossos problemas .
Ano novo , tempo de recomeçar ...
Até que velho fique !
Doce ilusão ...
Velho estaremos também ...
Só no ano que vem !

José Geraldo Martinez


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Conto de Natal: Os Pinheiros


Havia em uma linda floresta de pinheiros. Alguns que conversavam entre si. Um pinheiro dizia ao outro: Estou cansado da floresta. Gostaria que um lenhador me cortasse e me levasse para ser um majestoso mastro de navio. Como adoro o mar! Como queria conhecer outros lugares, estar em cada porto. Deve ser emocionante!

Outro pinheiro já pensava assim:

Eu gostaria de ser levado para uma serraria e de que minha madeira fosse transformada em um bonito móvel. Um piano por exemplo... onde um pianista sensível fizesse vibrar as harmoniosas sonoridade que sairiam do meu interior. Como eu gostaria de ser um piano.

Havia ainda, um lindo e pequenino pinheiro que suspirando dizia: Ah! Quem me dera ser uma árvore de Natal, em uma residência com grandes salas, ricos tapetes e lustres, espelhos e quadros. Finos cristais de festa. Muitas crianças a minha volta, e entre meus ramos ricos presentinhos, bolas coloridas, velas multicores, balas doces e bombons. Que alegria, que felicidade! Nada poderia ser igual.

No entanto na floresta a beleza da natureza não era apreciada pelos pinheiros descontentes. O sol todas as manhãs vinha beijar-lhes a copa esverdeada. Os pássaros cantavam em seus ramos e os insetos zumbiam, zumbiam.

O aroma das pequenas flores silvestres não os sensibilizavam. Os esquilos brincavam a sua volta e de vez em quando algumas lebres saltitantes apareciam para conversar, uma com as outras. Mas os pinheiros tinham outros sonhos. A claridade da lua, o frescor das madrugadas, não os enterneciam. Sonhavam com uma felicidade distante.

Um dia, um lenhador, cortou-os e foram levados separadamente. Não sabemos para onde todos foram, porem acompanhamos o mais pequenino que desejava ser árvore de Natal. Vamos encontra-lo, engalanado de enfeites e guloseimas, assim mesmo como houvera sonhado. Estava radiante! Que alegria, como estava bonito! As crianças brincavam ao seu redor. Tantos presentes em caixas estavam colocados aos eus pés. A festa foi maravilhosa: porem o contentamento não durou muito. Lá pela meia noite todos queriam os presentes e as crianças, arrancaram-lhe todas as bolas e uma vela caiu acesa e começou a queimar-lhe um galho - ai, ai, ai, gemeu o pobre pinheiro.

No outro dia, puseram-no em um porão junto a outras coisas velhas, e ali ficou , esquecido de todos. Seus ramos e folhas antes tão verdes e viçosos estavam agora amarelecidos e murchos. Estava triste e infeliz, arrependido de seu sonho. Sentia saudades da floresta agora. O sol, os pássaros as borboletas, os coelhos e os esquilos pulando e brincando ao seu redor distraiam-no tanto! Que saudades! Só os ratinhos visitavam-no, casualmente. Um dia um passou e perguntou-lhe:

Sabe onde fica a cozinha? Estou com tanta fome, com vontade de comer um naco de toucinho ou de queijo. Não sei respondeu o pinheiro, mas estou tão só, não me deixes,

Fique aqui comigo.

Não, não disse o ratinho tenho que correr, correr... Lá se foi e aqui ficou o pobre pinheiro, chorando a sua solidão.

Passou o tempo, foi-se o verão outono e já vinha o inverno e o nosso pinheiro estava velho e seco. Um dia o dono da casa resolveu fazer uma limpeza no porão e tirou o pobre pinheiro para o quintal, mandando o jardineiro cortá-lo para o fogo. As crianças ainda acharam uma estrela que servira-lhe de enfeite, quando estivera na sala como árvore de Natal. É minha disse o menino, e arrancou-lhe a peça, cheio de alegria.

As últimas lágrimas, fluíram para a infeliz árvore.

Feita em pedaços foi aproveitada para uma fogueira, e de seu tronco e poucas ramagens, restou apenas um punhado de cinzas.

As crianças estiveram ao seu redor, aproveitando o calor das chamas para o aquecimento de suas de suas mãos. O pinheiro era matéria que se transformou em energia, disse o menino maior que já conhecia ciência.

Moral: devemos estar contentes onde Deus nos colocou.

Fazemos o nosso destino, dentro da Lei de Causa e Efeito.

Também nada se perde, tudo se transforma.

Desconheço a Autoria.


sábado, 17 de dezembro de 2011

O Natal está próximo


O Natal vai chegando e com ele essa sensação de que o mundo se transforma aos poucos. Os projetos vão aparecendo, as casas iluminam-se, tornam-se coloridas e belas.

Dentro do coração a esperança adormecida acorda devagarinho e toma forma, alimentando assim o desejo de que um milagre aconteça e traga os sonhos perdidos ou a felicidade esperada.

As pessoas tornam-se mais dóceis e fala-se em solidariedade. E Jesus, muitas vezes esquecido, renasce.

Quem duvida do milagre do Natal deveria abrir mais os olhos, porque fazer um milagre não é realizar grandes e extraordinários feitos, mas devolver a esperança aos cansados, a alegria à alma aflita e um pouco de ternura a um coração desesperado.

Quem divide um pedaço de pão com um faminto, agasalha alguém que sente frio e traz um pouco de luz aos que perderam o direito à luz do dia, alimenta e veste o Mestre e habita Seu coração.

Aí sim está o milagre de toda a magia do Natal. Sendo humanos, tornamo-nos seres de luz capazes de iluminar o mundo.

Pudesse essa magia perdurar o ano todo, haveria mais flores nos campos e mais sorrisos nos rostos; haveria mais olhos brilhando e menos doenças da alma. E o mundo seria uma imensa família, exatamente como Deus idealizou.

Pense nisso, tenha um Feliz Natal e faça Feliz o Natal de alguém!
Tenham uma abençoada noite nos braços de Jesus, já com esse clima gostoso de Natal!

Letícia Thompson



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Final do Ano


Andando pelas ruas das cidades, percebemos que as casas começam a ser enfeitadas.
O comércio apresenta suas fachadas luminosas, vitrines decoradas com muitas cores.
Atrativos os mais diversos para o consumo.
É o Natal do mundo materialista.
Do velhinho de barbas.
É o Natal que se aproxima.
Nós nos transformamos.
Floresce o espírito de fraternidade, solidariedade, caridade e amor, como nunca. Festas de confraternização são organizadas. Trocam-se presentes.
Doam-se cestas de alimentos.
Famílias se reúnem.
Ceias e almoços se realizam.
É o Natal que se aproxima.
E o aniversariante?!
Sabemos de fato o que representa o Natal? Jesus! O Salvador.
A verdadeira razão do Natal não tem vez.
É o Natal que se aproxima.
Natal é todo dia e começa em nossos lares; no trabalho; no grupo de amigos; no clube que freqüentamos; é a vivência e a prática dos ensinamentos do Mestre.
Se Jesus, “o aniversariante”, ocupasse em nossos corações o espaço que lhe é de direito, o mundo seria bem melhor.
Não haveria tanta violência; crianças e pedintes pelas ruas; casamentos desfeitos; traições; guerras; tantas doenças provocadas pela prática desenfreada do sexo; os nossos políticos pensariam, com certeza, nos menos favorecidos; não haveria tantas injustiças sociais; o empresário não seria tão ganancioso; o empregado seria mais consciente de suas obrigações; não haveria tanto desemprego; não seríamos falsos cristãos que freqüentamos missas e cultos, mas não vivificamos os ensinamentos de Jesus.
É o Natal que se aproxima.
Natal é partilhar o que somos e o que temos, principalmente com aqueles que não são respeitados como gente.
Natal é todo dia.
É saber perdoar, dialogar e esquecer as ofensas recebidas; é ouvir; deixar o egoísmo e descobrir que o mundo não existe apenas em volta de você; é reconhecer o erro e pedir desculpas; é respeitar a esposa(o); fazer do lar um lar verdadeiramente cristão; é os cristãos se respeitando e deixando de lado suas diferenças doutrinárias para juntos anunciarem a boa nova que é Jesus Cristo.
É saber fazer uso do dinheiro; o sexo por amor e não pelo desejo; é ter humildade e não fazer do poder o objetivo da própria existência.
Natal é todo dia.
É pensar como Jesus pensou; é procurar fazer o que ele fez e amar como ele amou.
O Natal que eu quero e desejo para você é o verdadeiro Natal cristão.
O Natal que eu quero e desejo para você é um Natal diário, repleto de amor e paz, cheio da presença de Jesus Cristo.
“Que a paz de Jesus esteja convosco!”.

Autor: Reinaldo C. Moscatto


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vamos salvar o Natal



A primeira coisa seria minimizar o Papai Noel da Coca-Cola. Esse velhinho obeso, gastador, que nos estimula a comprar, comprar e comprar e que está, desde o final de novembro, molhado de suor, em TODOS os shoppings centers. Desculpe, bom velhinho, mas você ficou over. Não tem mais nada a ver com os tempos que vivemos. Acabou a magia.

O que vai salvar o Natal, é voltarmos ao principal sentido da festa no mundo ocidental: celebrarmos o nascimento do Cristo. Não o Jesus religioso, que morreu pelos pecadores e que faria você parar de ler este texto bem aqui. Não é desse Jesus que falo. Temos que resgatar o Jesus revolucionário. O ecologista. O maluco beleza que, há 2000 anos, abalou as estruturas da Roma perdulária e cheia de vícios, com suas idéias de vida simples. De amor ao próximo. De comunhão com a natureza.

Temos que resgatar o barbudo que disse que somos todos uma só família. Todos habitantes do mesmo planeta Terra. Eu, você que está me lendo, o feirante, o doutor, o agricultor, o catador de papel. E que as diferenças impostas pela sociedade são cruéis e fonte da maioria dos nossos problemas.

Temos que resgatar o homem que, ao ver que a comida não dava para todos, dividiu-a. E, ao invés de uns poucos comerem muito, todos comeram um pouco. O homem magro, de modos frugais, que se satisfazia com frutas, grãos, mel, peixe (talvez) e um vinhozinho de vez em quando, porque ninguém é de ferro. E não com leitões, cabritos, tenders, chesters, lombos, picanhas - geralmente, todos juntos na mesma ceia.

Temos que reviver as idéias do sujeito que introduziu o conceito de vida simples no ocidente. E praticou-a todos os dias em que viveu. Aquele homem que vivia apenas com o necessário, pois acreditava que os únicos bens que devemos acumular, são os valores que levamos dentro de nós. Que expulsou os mercadores do templo, pois uma coisa são valores da alma. Outra são os do dinheiro. E feliz é quem consegue diferenciá-los.

Renascer a alegria de um homem que vivia rodeado de amigos, que amava os animais, que viajava, que era carinhoso e benevolente com todos. Principalmente, com aqueles que erravam (isso me dá um alento, que nem te conto!).

Neste Natal, tenho pensado muito nisso. Pensando no aniversariante que, quando estudado livre das amarras e preconceitos da religião, revela-se um grande visionário. Um líder transformador, que parecia antever a encrenca que 2000 anos depois nos enfiaríamos. Em tempos de simplicidade voluntária e consumo consciente, não vejo ninguém melhor para seguirmos.

Que este ano, a gente consiga plantar a sementinha de um Natal verdadeiramente Cristão. Um Natal "menos" em tudo o que é material. E "mais" em alegria, risadas, comunhão com aqueles que amamos, divisão e confraternização. Um Natal com menos sobras. Nas lixeiras, na geladeira e nas parcelas do cartão de crédito. Essa é a minha sugestão. Um Feliz Natal para você e para todos nós!

Texto de Tais Vinha


domingo, 4 de dezembro de 2011

O melhor conselho de um pai


Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse:
Nunca se esqueça de seus amigos! - aconselhou
Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando...
Que estranho conselho - pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.
À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.
À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.
Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:

O tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa...
As crianças crescem.
Os empregos vão e vem.
O amor se transforma em afeto.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração para sem avisar.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.

Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros...
Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!

Desconheço a autoria.




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