Esta turma costuma refletir bastante!

sábado, 28 de abril de 2012

Pensamentos de Chaplin


"Não faças do amanhã o sinônimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás ... mas vá em frente, pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te."


"A beleza existe em tudo - tanto no bem como no mal.
Mas somente os artistas e poetas sabem encontrá-la."


"Creio que o pecado é realmente um mistério tão grande como a virtude."


"Faço parte do mundo e, no entanto, ele me torna perplexo."


"Eu continuo a ser uma coisa só: um palhaço, o que me coloca em nível mais alto do que o de qualquer político."


"No fim, tudo é uma piada."


"Estou sempre alegre. Essa é a maneira de resolver os problemas da vida."


"Tenho a impressão de que os homens estão perdendo o dom de rir."


"Não sois máquinas! Homens é o que sois!"


"Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade."


"A vida é maravilhosa se você não tem medo dela."


"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está
todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder
aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade.
Você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um
bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando....E termina tudo
com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?"


"Se o que você está fazendo for engraçado, não há necessidade de ser engraçado para fazê-lo."


" Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco."


"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha; é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós.
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."


"Com o uso da palavra não há mais lugar para a imaginação."


"Sem minha mãe, acho que jamais teria me saído bem na pantomima. Ela possuía a mímica mais notável que já vi. Às vezes, ficava durante horas à janela olhando para a rua e reproduzindo com as mãos, os olhos e a expressão de sua fisionomia tudo o que se passava lá em baixo. E foi observando-a assim que eu aprendi não
somente a traduzir as emoções com as minhas mãos e meu rosto, mas sobretudo a estudar o homem."


"Não preciso me drogar para ser um gênio;
não preciso ser um gênio para ser humano,
mas preciso do seu sorriso para ser feliz."


"O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar."

Charles Chaplin

De qual você gostou mais? Por quê?

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Quando Deus diz não


Mesmo se nos reservamos o direito a dizer não, dificilmente aceitamos essa palavrinha quando acreditamos que podemos obter alguma coisa.

As criancinhas aprendem rápido o não, de tanto que ouvem. E é evidente que se o fazemos com as crianças é porque assim aprendemos e que sabemos que os nãos fazem parte da vida e são mesmo necessários ao nosso bem-estar e crescimento.

Os adolescentes se rebelam ante o não, dizendo eles mesmos não ao que lhes é imposto ou não concedido.

E então... chega a nossa vez, adultos, supostamente maduros e sábios. E nem sempre queremos aceitar. Das pessoas é mais fácil, pois nos consideramos mais ou menos de igual para igual, mas quando esse não vem dAquele que nos criou, não entendemos ou não queremos bem entender.

Nos rendemos aos pés do Pai com maior freqüência quando nos sentimos impotentes diante de uma situação, quando precisamos reconhecer que por nós mesmos não podemos fazer nada a não ser pedir misericórdia. São as doenças, as situações impossíveis de serem mudadas aos olhos humanos, quando precisamos de verdadeiros milagres...

E, corações sinceramente entregues, pedimos, nem sempre considerando que Deus pode responder de maneira diferente da qual esperamos. Dizemos que Ele tudo pode (e pode!), mas não consideramos o Seu coração, a Sua visão das coisas.

Assim, às vezes Deus diz não...

E essa resposta inesperada vai carregando assim todas as nossas esperanças depositadas naquelas orações, naqueles apelos profundos da nossa alma. E, quais crianças sem entendimento, arregalamos os olhos, sem impedir que nosso coração pergunte o porquê.

Coisa difícil!!! E não é difícil para uma pessoa mais que para outra, é difícil pra todo mundo, mesmo para aqueles que realmente vivem uma vida de submissão.

Aceitar uma resposta negativa de Deus é sinal de humildade e reconhecimento de que estamos na dependência dAquele que nos criou, que conhece nosso passado e nosso futuro e nosso âmago bem mais que nós mesmos, mesmo com anos e anos de psicanálise. Aceitar uma resposta negativa de Deus para qualquer área da nossa vida é ter maturidade espiritual.

Deus, quando nos diz não nos ama muito, com certeza mais que bastante e mesmo se não entendemos no momento, o melhor é nos curvar, pois nada há que Ele faça que não tenha sentido.

Letícia Thompson

E você, sabe dizer não? E aceitar um não?

segunda-feira, 16 de abril de 2012

AMORES VIRTUAIS



No meu tempo, a gente namorava no portão; agora é no portal da internet. Eu acredito no amor à primeira vista, mas acho sempre bom lançar um segundo olhar. Com a internet, entramos numa nova fase de romance que possui suas próprias regras e princípios.

Vejam a estória da minha amiga Patrícia e de um paulista chamado Paulo: ela morava no Itaim; ele, no interior e começaram a escrever reclamando dos políticos, dos impostos e do sistema de saúde.Trocaram alguns e-mails, a coisa foi ficando mais pessoal, a saúde do romance foi melhorando. Por fim, se encontraram num shopping e, ao contrário do que às vezes acontece, a química funcionou; dois meses depois estavam vivendo
juntos. Pensam em se casar em Dezembro. Parece contos de fadas, mas aconteceu realmente.

Segundo as estatísticas, 74% dos americanos são viciados em namoros virtuais e pertencem a vários sites de relacionamentos. E, como tudo que é bom para os EEUU é bom para o Brasil, a moda do “nunca te vi, sempre te amei,”chegou aqui, também, com sucesso.

Se você é das que não acreditam no romance cibernético tente reavaliar seus conceitos. Os nossos pombinhos paulistas me disseram que já estavam apaixonados antes de se encontrarem e me disse ela, vê-lo pessoalmente foi como se ele tivesse acabado de chegar de uma viagem curta e que tinham estado juntos durante toda a vida. Pois este é, sem dúvida, o grande atrativo da rede; você conhece pessoas que seria muito difícil encontrar num barzinho ou no ambiente de trabalho; pessoas oriundas de culturas diferentes e idéias diversas.

Como as salas de bate-papo são geralmente temáticas, é fácil conhecer pessoas com interesses comuns. O cupido eletrônico chega à perfeição de estudar pessoas que sejam compatíveis umas com as outras; nada de atirar flechas ao acaso, como o nosso moleque fazia no meu tempo. Outra vantagem é que a comunicação on-line favorece a franqueza. Tendemos a ser mais honestos, mais íntimos. Apesar de quase nada saber sobre o físico daquela pessoa, conhecemos um pouco do seu interior, de como ela realmente é, o que pensa, como vive.

A atriz Rita Hayworth dizia que seus casamentos não davam certo porque os homens deitavam com Gilda e acordavam com ela; com o namoro virtual isso não acontece graças ao efeito hiperpessoal, pois se comunicar com alguém digitando palavras dá tempo às pessoas de construir respostas. Como estão liberadas da ditadura da aparência física, do timbre de voz e da elegância, elas podem se dar ao luxo de se concentrar no texto, isto é, no essencial.que é invisível para os olhos como ensina “o Pequeno Príncipe”, leitura obrigatória das misses dos sixties.

Sem conhecer fisicamente as pessoas, a gente pode formar impressões mais positivas sobre elas. Pois tudo
o que se vê é a personalidade do parceiro. Também somos inclinados a assumir riscos, porque sempre existe
a possibilidade de desaparecer se a situação fugir do controle; já maridos não podem ser deletados. Alguns
namorados também não, ficam lá torrando nossa paciência, enquanto podem. Sei que pode se mentir on-
line: o moreno arrebatador, musculoso e sarado, pode ser aquele velhinho barrigudo e broxa e a garota de cabelos ruivos e seios à La Sofia Loren, pode, na verdade ser uma bruxa, gorda e malfeita. -Ah,és tu ! Eras tão mais bonito no computador!

Seu amado imortal também pode estar jogando seu charme para outras e até, por comodismo, aproveitar as
mesmas frases com que galanteou antes, para cantar você e, às vezes, troca teu nome. Aí tá na hora de deletar o D.Juan, sem pena, nem remorsos. O sujeitinho vai “levar tábua”, como se dizia no meu tempo.

Então,o que acontece quando os amantes de Verona, digo, do PC, finalmente se encontram cara a cara?
Se o namoro decolar, em muitos casos fica a amizade, pois, conhecer uma pessoa ”pelo avesso”pode ser até preferível a conhecê-lo pelo direito. Um dos problemas do efeito hiperpessoal é estimula imaginação, causando frustrações no futuro; você preenche as lacunas das informações que lhe faltam com aquilo que gostaria de acreditar; mas o namoro à antiga também não era assim?! O príncipe não virava sapo?

O romance cibernético pode não dar certo; mas,com certeza, vai abrir seus horizontes e tornar sua vida mais
instigante.


Miriam de Sales Oliveira


Agradeço à amiga Miriam pela generosidade de disponibilizar seu texto para o blog.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Felicidade suprema



Por Menalton Braff

Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele onde vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à Ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.

Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: A felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inócua, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes. Pois bem...

O assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Erigir o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser humano é tirar-lhe toda a humanidade, é reificação.

Para Diógenes, filósofo contemporâneo de Aristóteles, a felicidade, a verdadeira realização de uma vida, consistia em alcançar o autodomínio e a liberdade espiritual. E Diógenes viveu o que pensou. Para tanto, vivia em um barril, desprezava a opinião do mundo e os bens materiais.

Conta-se que Diógenes saía à rua em pleno sol com uma lanterna na mão. Indagado sobre o que fazia, costumava responder que estava à procura de um homem, mas de um homem de verdade.

Mas eis que aparece Schopenhauer, aquele mesmo, o inimigo do Hegel, e desenvolve seu sistema filosófico quase todo sob a convicção de que o ser humano só pode ser infeliz. É o filósofo do pessimismo. Às vezes sinto-me tentado a pensar que o Schopenhauer, lá do século XIX, já vislumbrava nossa época, a sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos é aquilo que não temos. Portanto, somos infelizes. E se o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade.

Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.

Daqui.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Viva já!



Tudo que temos é o agora. As medidas de nossa paz de espírito e de nossa eficácia pessoal são determinadas por quanto somos capazes de viver o momento presente. A despeito do que aconteceu ontem ou do que possa acontecer amanhã, o agora é o momento em que se está.

Desse ponto de vista, a chave para a felicidade e para o contentamento deve ser a focalização de nossas mentes no momento presente! Uma das coisas mais lindas a respeito das crianças é o fato de elas se envolverem completamente no momento presente.

Elas conseguem se envolver por completo em qualquer coisa que estejam fazendo – seja observar um besouro, fazer um desenho, construir um castelo de areia ou qualquer coisa em que decidam aplicar suas energias. Mas, conforme nos tornamos adultos, muitos de nós aprendemos a arte de pensar e de nos preocupar a respeito de muitas coisas ao mesmo tempo.

Conseguimos deixar que nosso problemas passados e nossas preocupações com o futuro invadam e povoem o nosso presente de modo a nos tornarmos deprimidos e ineficazes. Também aprendemos a protelar nossos prazeres e nossa felicidade, muitas vezes desenvolvendo o conceito de que, em algum ponto do futuro, tudo será melhor do que agora.

Mas a questão é: nenhum de nós tem a garantia de que estará aqui amanhã. Por isso o agora é tudo o que temos! Viver o agora implica em desfrutar o que quer que estejamos fazendo, pelo simples fato de fazê-lo, e não apenas pelo resultado final.

Viver o agora significa expandir percepções para tornar o momento presente mais agradável. Cada um de nós tem a opção, momento a momento, de escolher viver de verdade, de se absorver, de permitir ser tocado e afetado pelas coisas. E todas as vezes em que vivemos o momento presente, afastamos o medo de nossas mentes.

Em essência, o medo é a preocupação com eventos que podem acontecer em algum ponto do futuro. Viver o momento inclui agir sem medo das conseqüências; significa fazer esforços para que haja envolvimento, sem a preocupação de haver ou não uma recompensa justa por isso.

Na verdade, o tempo não existe, exceto como um conceito abstrato na sua cabeça. O momento presente é o único tempo que você tem. Faça algo desse momento!

(Andrew Matthews, no livro "Seja Feliz")



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