Esta turma costuma refletir bastante!

sábado, 27 de outubro de 2012

Legal, porém imoral!



Nenhuma lei instituída pelo homem pode suplantar a lei moral. Os doutores da lei erram ao interpretarem os ditames dos códigos criados pelo homem através dos séculos onde os conceitos morais estão sendo deixados de lado e substituídos pela técnica que exige provas materiais em seus julgamentos sem se importar com evidências.
Caminhamos mal para o futuro, não estamos longe da barbárie humana. A vida está cada vez mais desvalorizada porque nossas elites estão deterioradas, nos falta líderes espirituais ou políticos. Estamos  rodeados de falsos profetas, e políticos demagogos e corruptos e o resultado disso está nas ruas, na violência, no salve-se quem puder.
Não se pode contrariar as leis da física, assim como não podemos substituir as leis naturais e morais pelos códigos de condutas elaborados pelos homens de acordo com suas conveniências. Não se pode negar o óbvio como costumam fazer alguns cretinos ao interpretarem lei ao bel–prazer. A verdadeira justiça só se faz através do respeito às leis morais. Se não for assim, pode ser  legal, porém jamais será moral!

Laerte Russini





sábado, 20 de outubro de 2012

Recomeço...


Hoje existem edifícios altos e estradas mais largas, porém temperamentos pequenos e pontos de vista estreitos. Gastamos mais, porém desfrutamos menos. Temos casas maiores, porém famílias menores.

 Temos mais compromissos, porém menos tempo. Temos mais conhecimento, porém menos discernimento. Temos mais remédios, porém menos saúde. Multiplicamos bens, porém reduzimos os nossos valores humanos. Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais. Chegamos a lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nosso vizinho.

 Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior. Temos dinheiro, porém menos moral. É tempo de mais liberdade, porém menos alegrias... Tempo de mais comida, porém menos vitamina... Dias em que chegam 2 salários em casa, porém aumentam os divórcios. Dias de casas lindas, porém de lares desfeitos.

 Por tudo isso, proponho que hoje e para sempre você não deixe nada “para uma ocasião especial”. Por que cada dia que você viver será uma ocasião especial. Procure Deus. Conheça-o. Leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com a tempestade. Passe mais tempo com sua família e amigos, coma sua comida preferida, visite os lugares que ama.

 A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver. Use suas taças de cristal, não guarde seu melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentir vontade. As frases “um dia desses”, “algum dia”, elimine-as de seu vocabulário. Escreva aquela carta que pensava escrever “um dia desses”.

 Diga a seus familiares, amigos o quanto os ama. Por isso não protele nada daquilo que somaria à sua vida sorrisos e alegrias. Cada dia, hora e minuto são especiais. E você não sabe se será o ultimo. Um bom começo de mudança pra você!

Daqui: www.rivalcir.com.br



domingo, 14 de outubro de 2012

Orgulho de ser professor





Pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas, em 2009, por encomenda da Fundação Victor Civita, confirmou tecnicamente o que a maioria dos brasileiros já sabia: quase ninguém mais quer ser professor ou professora. Na verdade, este "quase" está quantificado: dos 1,5 mil alunos do terceiro ano do Ensino Médio ouvidos pelos pesquisadores, apenas 2% confirmaram a intenção de cursar Pedagogia ou alguma licenciatura voltada para o magistério. O dado expressa de forma eloquente a desvalorização de uma profissão que já foi o sonho de consumo das famílias brasileiras nas décadas de 60 e 70 do século passado. E o mais desconcertante é que os professores continuam sendo tão necessários para o país quanto o eram naquela época, porque depende deles a formação das próximas gerações.


Três aspectos prioritários são apontados pelos jovens como causas da rejeição: 1) Falta de reconhecimento social; 2) Salários baixos; e 3) Trabalho desgastante. Entre os 32% de alunos que chegaram a pensar em ser professor, conforme a pesquisa, muitos encontraram resistência familiar ou foram desaconselhados por pessoas de suas relações, sempre com o argumento de que estariam condenados a ganhar pouco e a enfrentar rotinas árduas e desinteressantes nas escolas. E ninguém desconhece que esta é mesmo a realidade do magistério no país, especialmente na rede pública de ensino.


Há ainda um subproduto cruel desta desvalorização, que é o direcionamento para a carreira de uma parcela de alunos com mau desempenho nos níveis intermediários. Como eles não conseguem classificação para os cursos mais disputados, a formação docente vira um prêmio de consolação. Ainda assim, o país conta com muitos professores competentes, responsáveis e verdadeiramente comprometidos com as causas da educação. Aí entra aquele conjunto de valores que historicamente compõem a personalidade dos educadores: vocação, dedicação e profissionalismo.


Fiquemos com esta última qualidade, que deveria ser a predominante em qualquer atividade laboral. Docência não é, nem deve ser, sacerdócio. É saudável que os mestres tenham seguido sua vocação e que sejam pessoas dedicadas à atividade que escolheram. Porém, para que a educação tenha a qualidade desejada, os professores precisam ser, acima de tudo, bons profissionais _ o que, logicamente, deve incluir recompensa adequada, mas também avaliação e cobrança compatíveis com a importância do cargo.


É inquestionável a relevância da missão de ensinar. A educação tem o poder de transformar as pessoas e de tornar as sociedades mais iguais e mais justas. Sem professores, não haveria médicos, engenheiros, advogados e outros diplomados em ofícios respeitados por todos os cidadãos. O professor é a base da formação de todos os profissionais.


O Brasil deveria orgulhar-se de seus professores e valorizá-los como merecem, para que os mestres também voltem a ter orgulho da profissão que escolheram.


Fonte: Jornal Zero Hora
Imagens: Google


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Felicidade: sorte ou opção?


"Pessoas consideradas inteligentes dizem que a felicidade é uma idiotice, que pessoas felizes não se deprimem, não têm vida interior, não questionam nada, são uns bobos alegres, enfim, que a felicidade anestesia o cérebro.
Eu acho justamente o contrário: cultivar a infelicidade é que é uma burrice. O que não falta nessa vida é gente sofrendo pelos mais diversos motivos: ganham mal, não têm um amor, padecem de alguma doença, sei lá, cada um sabe o que lhe dói. Todos trazem uns machucados de estimação, você e eu inclusive. No que me diz respeito, dedico a meus machucados um bom tempo de reflexão, mas não vou fechar a cara, entornar uma garrafa de uísque e me considerar uma grande intelectual só porque reflito sobre a miséria humana. Eu reflito sobre a miséria humana e sou muito feliz, e salve a contradição.

Felicidade depende basicamente de duas coisas: sorte e escolhas bem feitas. Tem que ter a sorte de nascer numa família bacana, sorte de ter pais que incentivem a leitura e o esporte, sorte de eles poderem pagar os estudos pra você, sorte por ter saúde. Até aí, conta-se com a providência divina. O resto não é mais da conta do destino: depende das suas escolhas.

Os amigos que você faz, se optou por ser honesto ou ser malandro, se valoriza mais a grana do que a sua paz de espírito, se costuma correr atrás ou desistir dos seus projetos, se nas suas relações afetivas você prioriza a beleza ou as afinidades, se reconhece os momentos de dividir e de silenciar, se sabe a hora de trocar de emprego, se sai do país ou fica, se perdoa seu pai ou preserva a mágoa pro resto da vida, esse tipo de coisa.

A gente é a soma das nossas decisões, todo mundo sabe. Tem gente que é infeliz porque tem um câncer. E outros são infelizes porque cultivam uma preguiça existencial. Os que têm câncer não têm sorte. Mas os outros, sim, têm a sorte de optar. E estes só continuam infelizes se assim escolherem".

(Martha Medeiros)



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Reverência ao destino



Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata".

Carlos Drummond de Andrade



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